

AS PEÇAS DE MOBILIÁRIO DE JOÃO ÁLVARO ROCHA REVELAM-NOS ESSA HONESTIDADE DAS FORMAS, AO SERVIÇO DO BEM ÚTIL, SUBSIDIÁRIAS DO TODO ARQUITETÓNICO, COMO UM ORGANISMO UNO, CONTENDO VÁRIAS PARTES, SERVINDO VÁRIOS FINS.
(...) As peças de mobiliário de João Álvaro Rocha revelam-nos essa honestidade das formas, ao serviço do bem útil, subsidiárias do todo arquitetónico, como um organismo uno, contendo várias partes, servindo vários fins. João Álvaro Rocha, parece evocar, da melhor forma, no seu mobiliário, essa memória de uma visão igualitária das “artes e ofícios”, e do entusiasmo, remoto, pela ideia de que todas as artes, mesmo as historicamente consideradas “menores” terem o mesmo valor, a mesma importância artística: “uma cadeira, um papel de parede ou um vaso sejam de novo criações valiosas da imaginação do artista” (Pevsner, 1971, pp 22,23). No mobiliário de João Álvaro Rocha encontramos a mesma atenção, a mesma dedicação, que o arquiteto dá às formas arquitetónica.
(…)Dez 2019

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