

Nas relações estabelecidas na tríade homem-arte-arquitetura, que estão em constante mutação, discursos são produzidos a partir de análises críticas e são gritos para mudanças. Se o direito à cidade está muito além da liberdade individual de ter acesso aos recursos urbanos, como afirma o geógrafo marxista David Harvey, é porque ele contém, também, o direito de nos mudarmos a nós mesmos, através da mudança da cidade. Nos chamados de visibilidade, para outras e novas formas de existência na urbe, estão intervenções políticas anticapitalistas dotadas de perceções humanistas, que são manifestas em proposições poéticas que operam entre arte e arquitetura. E é aí que reside a produção Adriano Carnevale Domingues que emerge, no seu conjunto, de trabalhos como um manifesto contemporâneo assente no movediço terreno da produção social do espaço urbano. (...)
(…)Mar 2019

Pilar Blat, por Paqual Gomes Fez-se construir entre duas montanhas, num vale, um vasto jardim, o mais bonito e o maior que se podia ver. Podiam encontrar-se uma variedade de…
Nov 2020

O trabalho de Guadalupe Valdes caracteriza-se por articular o objeto encontrado e a paisagem pictórica e, assim, responder pelos processos do mundo natural, do ser humano e da sua memória.…
Jul 2020