

A obra de CARLOS MENSIL (Santo Tirso 1988) incita estados de ambiguidade, excitação, incerteza, possibilidade e probabilidade.
O trabalho de Carlos Mensil é um desafio à percepção, estabelece um jogo com o observador no qual existe uma série de hipóteses sobre a visualização e a interpretação visual. O artista em vez de aceitar a ambiguidade como um dado de facto inevitável, escolhe-a como um programa produtivo e até a apresenta de modo a promover a máxima abertura possível. A ambiguidade reside tanto na interpretação das coisas que vemos (vimos o que pensamos ter visto?), como na articulação que dela fazemos, internamente como pensamento e externamente como expressão. A ambiguidade, impelindo-nos a interpretar situações para nós mesmos, incentivando-nos a lidar conceptualmente com ideias, sistemas e contextos, pode ser intrigante e gratificante, permitindo um relacionamento mais profundo e pessoal com os significados oferecidos por essas ideias e sistemas e os seus contextos. Segundo o artista: “o trabalho que desenvolvo tem por base uma reflexão sobre questões como a representação, o falso-objecto, o site-specific, sendo sobretudo nos limites de cada um destes conceitos que cada peça ganha corpo”. (…)
Jul 2018

Pilar Blat, por Paqual Gomes Fez-se construir entre duas montanhas, num vale, um vasto jardim, o mais bonito e o maior que se podia ver. Podiam encontrar-se uma variedade de…
Nov 2020

O trabalho de Guadalupe Valdes caracteriza-se por articular o objeto encontrado e a paisagem pictórica e, assim, responder pelos processos do mundo natural, do ser humano e da sua memória.…
Jul 2020