
Arquiteto, Professor Bartlett, Autor "Visionary Architecture", "Digital Architecture", Co-autor "The Power of Contemporary Architecture", Editor "Lost Architectures", "Architectures in Cyberspace I/II"
arqa: Tendo em conta a sua investigação sobre "arquitetura visionária" e "arquitetura digital", de que forma lhe interessa a questão da arquitetura e/na/como ficção?
arqa: Depois da anterior convergência entre arquitetura e ficção dos anos 60 e 70, como pode o dispositivo ficcional assumir uma função crítica na arquitetura contemporânea?
arqa: Num momento em que as vertentes do documental e do ficcional se cruzam no campo da arquitetura e do urbanismo, qual a relação que a ficção deve manter com a realidade existente?
Neil Spiller: Não faço qualquer distinção entre ficção e realidade. Não acredito na realidade - vejo-a como uma fabricação capitalista, uma ficção como qualquer outra ficção. Sou um cibernético de segunda ordem que acredita que "criamos" os nossos mundos pessoais e individuais operando e "construindo-os". O quer que seja essa "construção", quer seja uma conversa, poesia, prosa, projetar objetos ou edifícios. Mudamos de acordo com as conversas que temos e com as relações que estabelecemos com o que entendemos como mundo exterior. No meu trabalho uso a narrativa porque é importante deixar espaço na arquitetura para o mito e para a construção de mitos. Muitas vezes, recusar os mitos e, indirectamente, a capacidade da arquitetura de se relacionar com os medos, alegrias e estórias humanas mais profundas significa atrasar a arquitetura. O mito, a estória e o símbolo deram início a uma arquitetura que está para lá da ginástica formal e, por isso, tem uma longevidade que pode ser medida em séculos. Muita da arquitetura mais recente da humanidade é desprovida desta longevidade, precisamente porque nega a maior capacidade da arquitetura de inspirar e apresentar profundas epistemologias cósmicas. Desta forma, a arquitetura relaciona-se com o espectro total das emoções e intelecto humanos. O meu trabalho procura uma arquitetura que traga a arquitetura de volta a uma posição crítica central na cultura humana e não deixe de parte a emoção do enigma ou do quebra-cabeças. (...)
(…)Jan 2012

Arquiteto Promontorio, Editor "Promontório: Architecture for Tourism", Colaborador "Reacção em Cadeia: Transformações na Arquitectura do Hotel" arqa: Tendo em conta a sua investigação em geral e a coordenação do…
Mai 2012

Arquiteto [A].ainda arquitectura, Comissário Allgarve "Toll Free" e "Chain Reaction", Autor "Reacção em Cadeia: Transformações na Arquitectura do Hotel" arqa: Tendo em conta a sua investigação em geral e…
Mai 2012