
Arquiteto, Bureau Spectacular, Autor "Citizens of No Place"
arqa: Tendo em conta o seu trabalho crítico através do desenho, de que forma lhe interessa a questão da arquitetura e/na/como ficção?
Jimenez Lai: O ato de mentir - ou aldrabar - é o primeiro passo para imaginar algo que não é real, ou algo que ainda não aconteceu. Penso que a produção de ficção deve ser selvagem, especulativa e mesmo teórica. A previsão projetiva de condições extremas como uma torre que atinge os 12 km de altura ou edifícios que desafiam a gravidade oferecem perspectivas das questões arquitetónicas, como uma cidade dentro de um edifício ou plantas que também são também cortes. Referenciando, igualmente, a semelhança de outro género arquitetónico ao produzir caricaturas semelhantes a cartoons permitem um ponto de partida para a recriação. Os meus desenhos em cartoons pretendem fazer confluir num único acto teoria, narrativa, design, crítica e representação. A ambição é considerar este ato como um projeto gerador, em vez de uma representação. Uma ficção utilizada como uma mera aplicação retroactiva para justificar ou documentar um projeto parece-me desinteressante, porque se torna uma reportagem de um cenário como uma habilidade. A produção de ficção pode ser muito mais poderosa do que isso - tem o potencial de alimentar a produção cultural.
(…)Jan 2012

Arquiteto Promontorio, Editor "Promontório: Architecture for Tourism", Colaborador "Reacção em Cadeia: Transformações na Arquitectura do Hotel" arqa: Tendo em conta a sua investigação em geral e a coordenação do…
Mai 2012

Arquiteto [A].ainda arquitectura, Comissário Allgarve "Toll Free" e "Chain Reaction", Autor "Reacção em Cadeia: Transformações na Arquitectura do Hotel" arqa: Tendo em conta a sua investigação em geral e…
Mai 2012