
No esplendor da forma, há uma secreta alegria em reconhecer as obras que emanam teluricamente da grandeza do pensamento e da invenção. De facto, esta beleza é corajosa, é potente, é lutadora, é sensual, é tremenda. É virtuosa, porque, para além do espanto que constituiu a sua aparição, acentua a grandeza da beleza. Noutros tempos, houve outros mestres maiores, capazes de arrebatar a alma, projectando e filtrando a essência desse tempo para a memória do futuro; portanto porque se precisa de Chafes no tempo da globalização, da informação, na sociedade da imaterialidade, da banalidade e do consumo inebriante, para de que maneira conste no futuro? Talvez para que na codificação da
(…)Jan 2012

Portugal inebriou-se no Pós-Moderno; naturalmente. A euforia pós-modernista antevia um progresso como o século não tinha ainda conhecido, de imobiliário, de construção, de obra, de arquitetura. Duas décadas otimista…
Mai 2012

Eis-nos perante o novo Inferno; existe sempre que se ambiciona mais. A eternidade, Chafes reconhece-a em Stefano Maderno, na sua Santa Cecília de 1600, em Roma. Nós temos reconhecido…
Mai 2012