
Eis-nos perante o novo Inferno; existe sempre que se ambiciona mais. A eternidade, Chafes reconhece-a em Stefano Maderno, na sua Santa Cecília de 1600, em Roma. Nós temos reconhecido continuadamente este sentido da transcendência nas obras de Chafes, porque não desiste, não abandona o sentido desta vida, não transgride a fé depositada no trabalho. Porque nos acompanha, porque tem querido lembrar-nos que a arte tem um propósito de fé. É profícuo, é determinado, é persistente. Mas porque se lembra e se gosta destas obras negras? Num mundo rápido, assombrado pela inutilidade e inconsequência dos atos, estas permanecem ancoradas nas profundezas da história. De profundis, ao passado e ao presente, in glória, ao futuro. Talvez Chafes permaneça assim no futuro, talvez não. Mais do mesmo é melhor que o mesmo de mais. É uma obra singular, de fé na obra e no pensamento. Tem-se Fé em Rui Chafes. www.snpcultura.org/rui_chafes_entre_o_ceu_e_a_terra.html
(…)Mai 2012

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Mai 2013

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Abr 2013