
por: Mário Chaves
Yourcenar escreveu, no seu tempo, "o Tempo esse grande escultor" e, de facto, temos homens do nosso tempo, ancorados no entendimento do passado e desafiadores do futuro, porque é inexorável, somos os escultores da forma do nosso tempo. A Ciência Cidade propõe… (+)
Set 2011

por: Mário Chaves
Crise, qual crise? Escolha-se uma. A crise maior do urbanismo parece provir do imobiliário onde, na sociedade da super abundância e do hiper consumo, há também maior oferta desajustada que procura. O desajuste advém do urbanismo estar preso a modelos do passado… (+)
Jul 2011

por: Mário Chaves
A cidade é provavelmente a maior invenção humana, porque é aquela que não definha, cresce incomensuravelmente até povoar o Mundo e até todo o homem ser inteiramente cidadão. As cidades-território são a sua nova fase, seguinte… (+)
Mai 2011

por: Mário Chaves
O grande terramoto de Lisboa permanece como um dos últimos vestígios de uma memória que se corrompe rápido face à globalização da informação. De facto, depois de Pompeia e Lisboa, que outras cidades Ocidentais sofreram às… (+)
Mar 2011

por: Mário Chaves
Isto é de um poder brutal. Este escrito é testemunha do sentimento com que se alimenta e atormenta o espírito. E os espíritos devem andar desinquietos, aflitos, atormentados, com a possibilidade do mal, porque este existe. E o sentido de justiça pode… (+)
Jan 2011

por: Mário Chaves
Se para além de toda a grandeza de uma época, a que vasta e amplamente se denomina Renascimento, há o apego de uma geração que fixou as normas de qualificação da arte com base em códices de regras de geometrias e princípios… (+)
Nov 2010

por: Mário Chaves
Rem escreveu Nova Iorque delirante, depois da sustentação do Não Lugar, de Augé, e essa circunstância era tremendamente necessária, face ao fulgor do exemplo máximo do capitalismo industrial e ao pior que os anos 70 nos legaram, na imensidão… (+)
Set 2010

por: Mário Chaves
De facto está tudo ligado. O poder da concatenação dos acontecimentos no solene, porque inexorável, passar do tempo, das singularidades que dão vértices à forma da vida, propõe a possibilidade da existência de uma ética,… (+)
Set 2010

por: Mário Chaves
O homem cultural, que ao contrário dos animais que juntam, colecciona. Arte, dinheiro, amantes, desgostos, objectivos, experiências, dias e noites. Uma colecção dá sentido à vida, agarra-nos as posses materiais desta vida transitória, legitima o… (+)
Jul 2010

por: Mário Chaves
As cidades já não o são; são metapólis, flexiexistencialistas, absorventes, indiferentes. O divórcio do cidadão com a sua cidade começou com a aceleração da comunicação e da mobilidade. A relação… (+)
Jul 2010