arqa—Arquitectura e Arte Contemporâneas — Portuguese Contemporary Architecture and Art Magazine

Projectos

AUZprojekt

Apartamento Aphaule, Póvoa de Varzim

Arquitectura: AUZprojekt
Cliente: Lúcia e Emanuel Aphaule
Data: 2007
Texto: AUZprojekt

Um apartamento com menos de 80 m2. Onde a área das duas fachadas disponíveis dita a distribuição do programa: 2 quartos para um lado, sala e cozinha para o outro. Uma das instalações sanitárias é transformada em átrio de entrada/escritório integrado no móvel da cozinha. Esta nova ligação permite eliminar o corredor de distribuição para sala e cozinha. Ganha-se espaço (de estar). Estabelecidas as necessidades do cliente, de ocultamento da cozinha, na relação com a sala, unem-se as duas aberturas existentes num único vão para o exterior. A zona dos quartos (diferenciada com a cor do soalho) mantém-se inalterada na sua divisão.
Tudo o resto são pormenores: portas de correr (sem calhas à vista), portas de armários que dividem espaços, compartimentos dentro de armários, falsas clarabóias, que iluminam e permitem acesso às infra-estruturas. Reabilitar, para que tudo fique como novo; indiferente ao caminho percorrido. Então o resultado não diferirá muito do mesmo programa equacionado na liberdade da tabula rasa. Mudar para o conforto, do dono-da-prisão (...reabititada).

Risco

Reconversão da Marginal de Ponta Delgada, Açores

Desenho Urbano e Arquitectura: Risco | Manuel Salgado, Marino Fei e Tomás Salgado
Projecto de Obras Marítimas: Consulmar, Projectistas e Consultores, Lda
Assistência Técnica à Obra: Pedro Pinto, Gianluca Bono
Colaboradores: Cristina Picoto, Madalena Duarte Silva, Pedro Pinto, Catarina Sousa, Neusa Pereira, Tijana Corluka, Joana Leite Faria, Rita Carvalho, Gianluca Bono, Vítor Alves, Mário Neves, Nelson Ramos, Moisés Rosa, Rute Gonçalves
Arquitectura Paisagista: NPK- Arquitectos Paisagistas Associados
Maquetas: Sofia Mascarenhas ( Risco )
Área: 50 153 m² (lugar); 18 000 m² (edifício)
Custo de Obra: 50 000 000 !
Data: 2002 - 2008
Fotografia: FG+SG - Fotografia de Arquitectura / www.ultimasreportagens.com


A reorganização geral do porto de Ponta Delgada incluindo a construção do novo Cais para cruzeiros e ferries, constituiu uma oportunidade ímpar para a revitalização da frente marítima da cidade histórica e da sua relação com o porto e com o mar.
Com a reorganização do porto ficam separadas, em definitivo, as actividades ‘pesadas' (transporte de mercadorias e pesca industrial) das actividades ‘turísticas' (marina, cruzeiros e ferries), contribuindo estas últimas para a revitalização da marginal através de actividades culturais e comerciais associadas.
O projecto prevê a construção de uma nova gare marítima com uma zona comercial e de serviços, um Pavilhão para usos diversificados, novas piscinas e equipamentos de apoio, restaurantes, zonas verdes e um parque de estacionamento.
A intervenção propõe ainda o alargamento e o desnivelamento da plataforma da Marginal, transformando-a num amplo passeio pedonal que culmina, a Nascente, nas piscinas oceânicas.
A nova paisagem na orla costeira retoma a morfologia sinuosa da costa original e reconstitui a entrada principal de S. Miguel para quem chega por via marítima.

Risco

Hotel e Serviços de Apoio na Doca do Bom Sucesso, Belém

Arquitectura: Risco / Manuel Salgado, Tomás Salgado e João Almeida.
Arquitectura de Interiores: FSSMGN arquitectos Lda., Fernando Sanchez Salvador e Margarida Grácio Nunes
Assistência Técnica à Obra: João Almeida (arquitectura); Margarida Grácio Nunes, Fernando Sanchez Salvador (arquitectura interiores)
Colaboradores: Cristina Picoto, Catarina Pires e GianLuca Bono (arquitectura); Ana Tsukagoshi, Claire Campens, Eliana Candeias Alves, Miguel Ribeiro Carvalho, Nelson Magro, Sofia Torres Pereira (arquitectura interiores); Alexandre Mendes, Ana Cunha, João Pina, Jorge Oliveira e Pedro Duarte (Ilustrações Painéis)
Área de Construção: 9 086,4 m²
Custo de Obra: 12 000 000 !
Consultadoria em História de Arte: Anísio Salazar D'Eça Costa Franco
Paisagismo: NPK- Arquitectos Paisagistas Associados
Maquetas: Sofia Mascarenhas (Risco) e Bernardo Pimentel (Norigem)
Data: 1999-2009
Fotografia: FG+SG - Fotografia de Arquitectura / www.ultimasreportagens.com

O Hotel Altis Belém situa-se em Belém, na frente ribeirinha a nascente da Doca do Bom Sucesso, em frente ao Centro Cultural de Belém.
É um hotel de 5 estrelas com 50 quartos e instalações de apoio à actividade náutica.
O volume principal, com dois pisos, implanta-se perpendicular ao Tejo de modo a valorizar as vistas da cidade para o rio, não constituindo um obstáculo visual ao eixo Torre de Belém e ao Padrão dos Descobrimentos.
O hotel é ainda constituído por uma plataforma rectangular, que integra o volume do restaurante e que cria uma ‘bolsa' para maior privacidade aos hóspedes. Um espaço verde abre-se sobre a plataforma. Um volume muito estreito, encaixado entre o hotel e o restaurante, é o elemento de ligação, de forte identidade, referenciado ao Museu de Arte Popular.

Risco

Reconversão da Área Central de Leiria

Arquitectura: Risco: Manuel Salgado, Nuno Lourenço, Jorge Estriga, Carlos Cruz, João Almeida e Tomás Salgado c/ NPK
Colaboradores: Madalena Duarte Silva, Pedro Barreto, Lúcia Manso, Tiago Farinha, Moisés Rosa, Mariana Pedroso
Simulações 3D: Alexandre Branco (Risco)
Sinalética e Desing Gráfico: Alexandre Branco (Risco)
Interiores: Alexandre Branco (Risco)
Arquitectura Paisagística: NPK- Arquitectura Paisagística Associados, José Veludo e Leonor Cheis
Data: 2007
Área: 71 483 m² (construção); 5 ha (intervenção)
Custo de Obra: 9 545 000 !
Fotografia: Bernardo Pimentel


Leiria ocupa uma importante posição na rede de cidades médias portuguesas. Em 2007, a Câmara Municipal de Leiria com o intuito de revitalizar a baixa comercial da cidade lançou um concurso, destinado a promotores e operadores comerciais, para a concepção, construção e exploração de uma nova unidade comercial com cerca de 50 000 m². Em contrapartida, o vencedor teria de projectar e construir, para o município, os espaços públicos, um pavilhão multiusos e um mercado, ampliando a influência das intervenções feitas no âmbito do Programa Polis. A participação do Risco no processo fez-se a convite do consórcio concorrente MULTI/LENA, tendo o atelier a incumbência de projectar o desenho urbano, as infra-estruturas, o espaço público e os edifícios. A zona de intervenção situa-se na sua quase totalidade sobre uma superfície plana, aluvionar, na margem esquerda do Rio Lis. O morro do Castelo e o rio, pela sua proximidade, o estádio construído para o Euro 2004 e a cidade existente constituíram elementos relevantes na definição do conceito urbanístico. A localização e o desenho do centro comercial foram determinantes para o desenvolvimento da proposta. Optou-se por implantar o centro comercial mais próximo do centro de Leiria, com o objectivo de construir uma área comercial urbana, integrada no tecido da cidade. Junto ao estádio propôs-se um grande parque de equipamentos municipais constituído pelas piscinas, pelo estádio e pelo pavilhão multiusos, agregados através de espaços públicos pedonais de solo permeável e arborizados para usufruto da população.
O sistema rodoviário foi reformulado tirando o máximo proveito da nova ponte da Avenida Euro 2004. Pretende-se garantir a continuidade pedonal e ciclável entre o centro tradicional de Leiria e a zona do estádio, sem prejudicar a mobilidade rodoviária e servindo eficientemente o novo centro comercial.

Carme Pinós

Caminho Pedonal em Petrer, Alicante

Arquitectura: Carme Pinós Desplat
Equipa: Juan Antonio Andreu, Miquel Lluch, Carlos Pascual, Jochem Schneider
Área Construída : 12.000m²
Custo de obra: 1.800.000!
Data: 1991-1999
Texto: Carme Pinós Desplat
Fotografias: Duccio Malagamba

Começámos o projecto observando o lugar, desde a sua realidade física à realidade social: As ruínas de um aqueduto, numa zona rural degradada, um caminho natural, ao fundo as montanhas, um subúrbio sem nenhum espaço público que o identifique. É este o contexto a partir do qual nos pedem para construir uma passagem pedonal. Mais que uma passagem que une dois pontos, pretendemos construir uma zona de articulação entre a cidade e o subúrbio. Não queremos fazer da zona um espaço urbano, mas sim marcar bem o território para nos apropriarmos dele, de forma mais subtil. A estrutura é composta por três arcos que se cruzam apoiando uma praça, a meio do percurso.
A inclinação dos arcos faz com que nos coloquemos com vista sobre as montanhas. O pavimento é como uma mancha de petróleo que se derrama, provocando, do outro lado da avenida, movimentos de terra que formam a fachada da nova praça. A meio caminho, a estrutura eleva-se construindo uma pérgola que protege as nossas costas. A actuação quer-se unitária, não se quer a agir em separado. As luzes misturam-se com a madeira da pérgola, o pavimento cortado serve de assento ou ondula, num exercício de origami, de modo a formar assentos, e sempre nas margens, nunca como elemento acrescentado.

Carme Pinós

Parque Aromático de Torreblanca, Torrevieja, Alicante

Arquitectura: Carme Pinós Desplat
Colaboradores: Holger Hennefarth, Samuel Arriola, Pep Ripio, Juan Miguel Tizón, Jose Maria de Miguel, Christian Zunftmeister
Consultor Jardinagem: José Lascurain
Área: 75.300 m2 (lugar); 30.000m2 (urbanizada)
Data: 2000-2009
Fotografia: Estudio Carme Pinos, JOST, Juan de la Cruz Mejías


Trata-se de uma grande parcela marginalizada, resultado do crescimento descontrolado de Torrevieja. O forte desnível em ambos os lados faz dela uma zona complicada para construção.
O projecto consiste simplesmente no repovoamento das pistas com pinheiros, convertendo-os em bosque pelo qual pequenos caminhos descem até à cota mais baixa. É nesta cota, onde os caminhos se cruzam, que aproveitamos para colocar canteiros de plantas aromáticas, sempre em círculos. De vez em quando, estes círculos ganham volume; uma estrutura metálica suporta a vegetação trepadeira.
Queríamos que o nosso jardim fosse uma concentração de odores nos quais mergulhamos à medida que descemos...

Carme Pinós

Torre Cube, Puerta de Hierro, Guadalajara

Arquitectura: Carme Pinós Desplat
Equipa: Juan Antonio Andreu, Samuel Arriola, Frederic Jordan, Cesar Vergés, Agustín Pérez Torres, Holger Hennefarth, Caroline Lambrech
Área: 7.000 m2 (edifício); 10.000 m² (estacionamento)
Data: 2002-2005
Texto: Estudio Carme Pinós
Fotografias: Lourdes Grobet, Estudio Carme Pinós

O projecto nasce da vontade de criar escritórios arejados e totalmente iluminados com luz natural. Inclusive porque, dado o bom clima da cidade de Guadalajara, o uso do ar condicionado não é necessário.
Os clientes pediram-nos singularidade, dado que o lote se situa numa zona de grande prestígio e a concorrência no que diz respeito ao arrendamento de escritórios é alta.
O número de metros quadrados é um parâmetro fixo, mas já não o é a altura do edifício. Decidimos projectar um edifício em altura que se desenvolve a partir de três núcleos de betão que contêm todas as instalações e circulação verticais. Estes núcleos são pilares, a única estrutura de retenção do edifício. Deles saem, em consola, umas grandes vigas, variáveis conforme o número de pisos. As lajes seguram-se a estas vigas sem a ajuda de nenhum pilar. Isto permite-nos construir uma zona de estacionamento muito livre e oferecer módulos de escritório sem nenhum obstáculo.
O centro do edifício, ou seja, o espaço entre os núcleos de circulação vertical, é um espaço aberto que se ilumina lateralmente, suprimindo, alternadamente, três pisos dos módulos dos escritórios e, dado que se convertem em janelas do espaço central, permite circular o ar, dando-nos a possibilidade de suprimir o ar-condicionado.
Uma pele de malha de madeira com portas deslizantes serve-nos de "brise-soleil".

Carme Pinós

Edifício CaixaForum, Saragoça

Arquitectura: Carme Pinós Desplat
Equipa: Samuel Arriola (director de projecto), Elsa Martí, Alberto Feijoo
Maquete: Miquel Lluch
Infografia: Daniel Cano
Área construída: 6.300 m²
Custo de obra: 13.000.000 !
Data: 2008 -
Fotografia: Estudio Carme Pinós


Começámos o projecto com dois objectivos: Primeiro: um edifício capaz de fazer cidade, desde a sua singularidade aos espaços públicos que gera. Segundo: um edifíco que, ao ser atravessado, ligue através de perspectivas distantes, a cidade ao novo parque mas que, ao mesmo tempo, proporcione introspecção nas salas de exposição. Ou seja, um edifício que seja uma cidade e que ao habitá-lo nos sintamos parte dela. Resolvemos estes dois objectivos através da elevação das salas para libertar o piso térreo, situando aquí as partes mais abertas
e transparentes; o átrio e a loja. A nossa intenção é gerar espaço público, fazer com que o parque chegue à cidade, passando por debaixo do edifício, espaço esse que durante a noite fica iluminado com desenhos que se conseguem perfurando a chapa, além de esconderem a estrutura que suporta as salas elevadas. Debaixo da sala elevada e semi enterrado, colocamos um jardim para dar saída ao auditório, podendo servir também como uma ante-câmra e zona de catering ao ar livre. Deste modo, o auditório, situado no subsolo e acessível a partir do lobby, pode-se considerar semi enterrado e conecta directamente à cidade graças a este jardim. As duas salas suspensas confrontam-se a níveis diferentes, para que ao sair de uma, se veja a cidade por debaixo da outra. Somos da opinião que entre uma sala e outra tem que haver zonas de relação e descompressão; entre uma exposição e a seguinte. Por este motivo, a conexão entre as salas resolve-se através de escadas rolantes, passagens que nos deslumbram com paisagens distantes e não como se passa com os elevadores que nos descontextualizam e não oferecem a descompressão já mencionada.
Na parte mais alta do edifício, com vistas sobre o novo parque urbano e sobre a cidade, situam-se o bar e o restaurante. Do lado contrário, e devido à diferença de nível das salas, gera-se um terraço bar que, em continuidade com o restaurante interior, permite vistas fantásticas sobre o meandro de Ranillas e a Expo Zaragoça. O nosso projecto surge como um elemento escultural no meio do parque, graças à sua estrutura singunlar e viável. Queremos que o nosso edifício seja o símbolo do progresso da técnica e da generosidade da cultura, que seja o reflexo, somente, do melhor que a nossa época tem para oferecer.

Diller Scofidio + Renfo

Reconversão do "High Line", West Side Manhattan, Nova Iorque

Arquitectura: Diller Scofidio + Renfro (Elizabeth Diller, Ricardo Scofidio, Charles Renfro, Matthew Johnson, Tobias Hegemann, Gaspar Libedinsky, Jeremy Linzee, Miles Nelligan, Dan Sakai)
Projecto Urbano e Arquitectura Paisagista: James Corner Field Operations (James Corner, Lisa Switkin, Nahyun Hwang, Sierra Bainbridge, Tom Jost, Danilo Martic, Tatiana von Preussen, Maura Rockcastle, Tom Ryan, Lara Shihab-Eldin, Heeyeun Yoon, Hong Zho)
Design Plantas: Piet Oudolf
Área total: 7.08 hectares, 22 quarteirões, 1,45 milhas
Programa: Infraestrutura Adaptive Reuse, Park and Public Spac
Data: 2009 (abertura secção 1); 2010 (abertura secção 2); - ( secção 3)
Texto: James Corner Field Operations, Design Team Lead
Fotografia: Diller Scofidio + Renfro. Cortesia the City of New York.

Inspirada pela "encontrada" beleza melancólica do High Line, onde a natureza reclamou uma, outrora, peça vital da infraestrutura urbana, o projecto procura encontrar um novo lugar para esta ligação industrial transformando-a num instrumento de lazer pós-industrial.
A nossa estratégia de "agri-tectura", ao alterar as regras de convivência entre a vida das plantas e os pedestres, combina materiais orgânicos e de construção numa mescla de proporções cambiantes que acomodam o selvagem, o cultivado, o íntimo e o social. Num contraste marcante com o Parque do Rio Hudson, a experiência singular e linear da nova paisagem do High Line é marcada pela lentidão, a distração e estranheza que preservam o estranho carácter selvagem do High Line e, contudo, não sobrestimam a sua utilização projectada e popularidade como novo espaço público. Esta noção sustenta a estratégia geral - a invenção de um novo sistema de pavimentação e plantação que permite proporções variadas de superfícies duras e moles que estabelecem a transição entre zonas de utilização alta (100% duras) a biótopos de vegetação rica (100% moles), com uma variedade de rampas experimentais pelo meio. (...)

AllesWirdGut

Reconversão de Pedreira Romana "ROM", St. Margarethen

Colaboração: Ecki Csallner, Elmir Smajic, Ferdinand Kersten, Maria Magina, Mareike Kuchenbecker, Martin Brandt, Michael Sohm
Cliente: Fürst Esterházy Familienprivatstiftung
Estrutura: Gmeiner Haferl ZT GmbH
Infraestruturas: Bichler&Kolbe ZT GmbH
Área: 5.580m² (pavimento); 4.430m² (espaços exteriores)
Data: 2005-2008
Fotografia: Petra Schneidhofer (maquete); Hertha Hurnaus (obra)

Processo para obter a opinião de um perito para redesenhar o local de um festival numa pedreira romana.
Um evento na pedreira romana é, sem dúvida, uma experiência única para cada visitante. Se for um amante dos clássicos, pode desfrutar de espectáculos de ópera, um habitante da zona pode ajudar ao repertório da Paixão com actores conhecidos. Actuar e cantar sob o céu de uma noite tépida de Verão, longe do ruído da rua; experiências que avassalam mesmo o "visitante normal" que não é grande adepto de ópera e da Paixão.
Contudo, até agora, só o palco em si beneficia desta localização única na Áustria. O caminho que leva o visitante do estacionamento ao seu lugar e, depois do evento, de volta ao estacionamento, é demasiado directo.
O fundamento do nosso conceito é a ideia de permitir que todas as zonas do teatro e a visita ao teatro façam parte do cenário rochoso pitoresco. Torna-se imperativo visualizar a zona de actuação e fazer com que o visitante a experiencie. (...)